O gramado do Allianz Parque chamou a atenção dos espectadores durante a transmissão do jogo entre Palmeiras e Botafogo, pela estreia no Brasileirão, no fim de semana. Uma coloração marrom ganhou destaque em relação ao verde do gramado sintético do estádio palestrino e repercutiu nas redes sociais.
De acordo com Paulo Vinícius Coelho, o PVC, a cor marrom se explica por um erro na aplicação de uma camada extra de cortiça, realizada dias antes da partida. Essa quantidade a mais de cortiça deixou o campo da casa palmeirense com aspecto de seco e, para muitos, com uma aparência ruim.
Mas nenhum jogador fez críticas ao estado da grama, a bola rolou sem problemas. A cortiça é um material orgânico, de origem vegetal, considerado o melhor do mercado pelo bom amortecimento e capacidade de isolamento térmico. Anteriormente, era utilizado um composto termoplástico, que tem propriedades diferentes.
De toda maneira, a coloração do gramado do Allianz atiçou as pessoas mais fervorosas na discussão entre grama sintética x grama natural. O debate existe há algum tempo, ganhou força nas últimas semanas e deve persistir por aqui até que algo seja definido quanto a liberação ou não desse tipo de piso.
Antes temido pelos adversários, o Allianz não parece mais colocar tanto medo assim nos times que visitam o Palestra. Pelo menos nos jogos grandes, contra concorrentes diretos, os comandados de Abel Ferreira não têm feito valer a força do mando de campo como em outras temporadas.
Em 2025, além do empate sem gols com o Botafogo, o Verde perdeu em casa, com a presença da torcida que canta e vibra, o primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, contra o Corinthians. Obviamente, a culpa não é do estádio em si, mas sim do time que tem apresentado um futebol ruim e pouco tem intimidado os adversários.
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